
Entrando no sétimo dia nesta sexta-feira (6), a guerra no Irã já deixou ao menos 1.230 mortos no país, segundo números divulgados pela mídia estatal iraniana, com ofensivas dos Estados Unidos e de Israel inclusive contra alvos civis.
No primeiro dia da guerra (28), o líder supremo do regime teocrático iraniano, Ali Khamenei, foi assassinado. No mesmo dia, um bombardeio atingiu uma escola primária exclusiva para meninas, na cidade de Minab, no Sul do país, deixando 168 estudantes mortas.
O exército de Israel negou ter conhecimento sobre o ataque à escola, e a Casa Branca afirmou que vai investigar, mas que “não tem como alvo civis”. A Organização das Nações Unidas cobrou uma investigação imparcial sobre o ataque.
Ataque atinge complexo esportivo
Na quinta-feira (4), um ataque atingiu o complexo esportivo Azadi, uma arena coberta pública com capacidade para 12 mil pessoas, segundo o governo do Irã. O ginásio, localizado em Teerã, capital do Irã, era usado principalmente para esportes, como futsal e vôlei.
O bombardeio causou sérios danos à infraestrutura do local, porém, não há informações sobre vítimas.
O Persepolis F.C, clube de futebol de Teerã, condenou o ocorrido e alegou que outros complexos esportivos do país também sofreram danos.
“O complexo esportivo de 12 mil lugares do Estádio Azadi, em Teerã, e outros complexos esportivos do país também sofreram danos após ataques aéreos atribuídos a inimigos sionistas e americanos. Trata-se de um complexo esportivo que, durante anos, foi local de presença de atletas, jovens e famílias, além de símbolo de entusiasmo, solidariedade e orgulho esportivo para o povo iraniano”, diz parte da nota do clube.
Com Metropoles.com



